domingo, 9 de outubro de 2011

INTERNET X PROFESSOR: DESAFIO


Ao invés de cadernos e livros, computadores: a educação na era digital.
 Houve um tempo em que o professor era o principal intermediador entre o conhecimento e o aluno. Com o avanço da informática, a situação mudou. Hoje, qualquer indivíduo possui acesso a diversas fontes de pesquisa, oriundas da internet. O problema é que nem todas as fontes virtuais são confiáveis e cabe ao professor a tarefa de orientar e desenvolver no aluno um senso crítico capaz de selecionar o que lhe for relevante.

Há pouco tempo atrás o professor adentrava sua sala, perdia um bom tempo fazendo a chamada, abria seu livro na lição do dia e se dirigia à sua principal ferramenta pedagógica, o quadro-negro. No final de sua aula, deixava aos alunos uma tarefa de casa, que possivelmente seria executada com o auxílio de livros. Hoje vivemos outra realidade.

Salvo algumas exceções, a sala de aula é equipada com computadores, conectados a internet. Antes de o professor iniciar sua explanação referente ao conteúdo lançado, o aluno mais curioso já está servido de inúmeras fontes, seguras ou duvidosas, a respeito do tema. O professor não é mais o único detentor do saber, em sala de aula. Hoje, seus maiores algozes são os sites de busca, na internet. E seu maior desafio é transformar o algoz em aliado.

Antigamente, para se tornar um autor, o referido era submetido a uma seleção, mais ou menos, criteriosa. Os livros eram as fontes de pesquisa mais confiáveis. Com a chegada da internet, o conhecimento se democratizou. Qualquer indivíduo pode se tornar autor, escrevendo para um site ou para um blog. Considerando tal premissa, o educador da nova era tem como dever levar ao aluno conhecimento para precisar sua busca e criticidade para filtrar o que lhe convém. E o principal: criatividade.

Um primeiro passo é utilizar os sites de busca como ferramentas didáticas. O educador poderá propor um assunto e pedir aos alunos que recolham o máximo de informações pertinentes ao tema. A seguir, os alunos deverão escolher três fontes que julguem seguras e outras três que julguem duvidosas. Feito isso, os alunos deverão justificar suas escolhas, destacando as discordâncias que os levaram a julgar as fontes como duvidosas. Quanto às fontes seguras, os alunos deverão pesquisar, na biblioteca, obras que referenciem sua pesquisa. Depois das devidas correções, o professor poderá propor ao aluno a construção de um blog, publicando somente o conteúdo julgado como confiável, complementado pelas referências bibliográficas. Além de trabalhar a criticidade, desenvolver a interdisciplinaridade (trabalhando noções de informática, ao desenvolver o site) e valorizar os livros (ao recorrer a eles como referência), o exercício resultará em uma confiável fonte de pesquisa escolar, já que passará pela revisão e aval de um profissional.
 
Por Demercino Júnior
Graduado em História
Equipe Brasil Escola

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Aula: 26/09/2011 - Interação X Interatividade.

   Continuando os seminários, os temas expostos foram: 
  •    Os Ambientes Virtuais de Aprendizagem baseados na análise de casos e na resolução de problemas. 
  •    As Comunidades Virtuais de Aprendizagem.
  •    Interação x Interatividade
   Aprendemos sobre as siglas CBL (metodologia da análise de caso) e PBL (metodologia da resolução de problemas). Requisitos: 
  •    ilustrar uma temática ou algum aspecto significativo e relevante da formação. 
  •    proporcionar informação que seja útil para apoiar a análise.
  •    estimula o interesse do estudante para a aprendizagem.
  •    os alunos assumem o papel de elaboradores de soluções.
   Sobre comunidade, sabemos que a internet encurtou distâncias, formando grupos de pessoas, onde a comunicação pode ser por afinidades e objetivos comuns, desenvolvendo atividades cooperativas e colaborativas, contribuindo para a evolução da educação. 

   Mas quem faz a comunidade? Grupos de pessoas com interesse comum, que compartilham seus conhecimentos e informações. Com isso, o que é a comunidade de prática? É quando o interesse comum envolve aprendizagem, avaliação e resolução de problemas. 
   
   Sobre a interação online, foi exposto a diferença entre interação (é a relação entre pessoas, mesmo quando mediada por mídias) e interatividade (é a relação homem e máquina).
   O ambiente interativo da aprendizagem deve possuir as ferramentas necessárias para que o aprendiz possa aprender e interagir.
   Objetivos da colaboração:
  •    desenvolvimento individual do aluno.
  •    maturidade dos participantes.
  •    interação e responsabilidade social entre os participantes.
  •    auto-realização por meio da interação em espaço relativamente livre.
  •    resolução de problemas cotidianos.
    Próxima aula: avaliação! E na próxima: somos nós, é a nossa vez!

domingo, 25 de setembro de 2011

"O blog traz infinitas possibilidades para a educação. Devemos incentivar seu uso, não brecá-lo", argumenta Clausia Mara Muzinatti, professora de informática do Colégio Dante Alighieri, de São Paulo (SP).
Administrando um Zoológico
Fã do uso dos diários virtuais na educação, Clausia diz que os espaços devem ser um recurso mais explorado pelos professores, por serem de fácil utilização e, principalmente, por falarem a linguagem dos alunos.
"Os alunos aprovam a idéia e se sentem à vontade com a publicação de seus trabalhos na internet", acrescenta.
www.microsoft.com/brasil/educacao/parceiro/blogs_na_educacao.mspx
MARCELINA

BLOG NA EDUCAÇÃO

"Imaginação é o limite"
Democráticos, os blogs, a exemplo do MSN Spaces, inteiramente gratuito, podem e devem ser utilizados por professores como complemento ao ensino de todas as matérias, do ensino infantil ao superior.
Produção de textos, narrativas, poemas, análise de obras literárias, opinião sobre atualidades, relatórios de visitas e excursões de estudos, publicação de fotos, desenhos e vídeos produzidos por alunos - tudo é possível por meio do blog.
Para Jarbas Novelino Barato, professor de Tecnologia Educacional do Senac-SP e autor de diversos livros na área, tudo depende da imaginação do educador na hora de propor as atividades.
"É um espaço muito interessante, autoral. Os alunos se sentem orgulhosos e querem realizar bons trabalhos, que sejam valorizados pelos outros. Se o professor souber aproveitar, poderá ter ótimos resultados", explica.
Estímulo à criatividade
A própria linguagem dos blogs, que permite a socialização por meio de comentários, faz com que os estudantes se sintam motivados a inovar com mais liberdade que nos meios tradicionais.
"Não podemos mais inibir o aluno, que já está tão acostumado com aquela caneta vermelha rabiscando o texto. O interessante do blog é que o estudante se manifeste sem restrições, interagindo com outros alunos e professores", enfatiza o professor Jarbas.
Opinião semelhante é a da educadora Suzana Gutierrez, pesquisadora do Núcleo de Estudos, Experiências e Pesquisas em Trabalho, Movimentos Sociais e Educação (TRAMSE), da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), estudiosa do tema desde 2002.
"Para que as possibilidades como colaboração, co-autoria, autonomia, expressão pessoal, sejam plenamente satisfeitas, é importante que a proposta do blog permita isso", salienta.
Administrando um Zoológico Segundo Suzana, não adianta criar um blog no qual os comentários sejam moderados ou que exijam senhas para acesso ao conteúdo. "Senão, é como se fosse um caderno digital de uma proposta de ensino convencional

www.microsoft.com/brasil/educacao/parceiro/blogs_na_educacao.mspx
                                                                   MARCELINA

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

TWITTER NA EDUCAÇÃO

Twitter


O Twitter tem sido também utilizado como mecanismo de primeiro alerta para a disseminação de notícias e sua discussão imediata, representando o jornalismo produzido pelo próprio cidadão. Notícias tradicionais operavam num ciclo de 24 horas; os blogs reduziram esse ciclo para horas ou minutos; e os micro-blogs para segundos.
Nesse sentido, o Twitter é uma alternativa rápida e prática para emails, mensagens instantâneas e fóruns, em geral utilizados para a comunicação entre alunos e professores. Os alunos podem receber as mensagens pelo celular sem que você precise saber os números – os próprios alunos passam a acompanhar seu Twitter feed.
O Twitter pode também ser utilizado como estratégia de aprendizado ativo. Pode servir para aprofundar a interação ao redor de um assunto específico. Para metacognição. Para estudantes e profissionais compararem pensamentos sobre um tópico. Para compartilhar pensamentos sobre uma sessão de uma conferência, com quem está ou mesmo quem não está lá. Breve e rápido, o Twitter desenvolve uma habilidade importante: pensar com clareza e se comunicar com eficácia.
João Mattar