segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Aula: 19/09/2011 - Estamos OnLine - Projetos Pedagógicos na Net

   Blogs, Twitter, Redes Sociais.

   Pessoas, de acordo  com a proposta do Professor Fernando Pimentel no blog da turma de uma pesquisa sobre os temas acima, busquei na 'NET' e me deparei com uma reportagem da VEJA que é a nossa cara... Tirando, é claro, a parte do professor inexperiente, pois o nosso é bem 'tecnológico'! Segue uma parte da tal reportagem e o endereço para o texto completo  http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/redes-sociais-servico-ensino
   Redes sociais a serviço do ensino
Mais de 5 milhões de estudantes brasileiros já pertencem a uma rede social na internet, como o Facebook ou o Twitter. A novidade é que, agora, parte deles começa a frequentar esses círculos virtuais estimulados pela própria escola - e com fins educativos.
O maior avanço proporcionado por esses sites, no entanto, se deve à possibilidade que eles abrem para o aprendizado em rede - o que já acontece há mais tempo, e com sucesso, em países como Japão e Inglaterra. No espaço virtual, os alunos debatem, sob a supervisão de um professor, temas apresentados na sala de aula e ainda, de casa, podem tirar dúvidas sobre a lição.
O Twitter está sendo também adotado nas escolas por uma de suas particularidades: como nenhum texto ali pode ultrapassar 140 caracteres, os alunos são desafiados a exprimir idéias com concisão. Esse já é um consenso. O que se discute é como fazer uso seguro - e produtivo - das redes. Um  perigo do ambiente virtual, de ordem pedagógica, diz respeito ao tipo de linguagem que os alunos tendem a usar na rede, bem distante da norma culta. Não é fácil estimulá-los a empregar o bom português nesse contexto. Avalia Adilson Garcia, diretor do Colégio Vértice, em São Paulo: "Em atividades on-line, damos o exemplo aos estudantes, respeitando a pontuação e fugindo do coloquial - mas eles costumam escrever muito mal". 
De todos os desafios, no entanto, talvez o mais difícil seja tornar o ensino em rede algo realmente eficaz. O Brasil está começando a adotar as redes virtuais no ensino com pelo menos cinco anos de atraso em relação a países da OCDE. O conjunto de experiências brasileiras, até agora, parece apontar para a direção certa - mas requer avanços. "É preciso integrar melhor o uso das redes ao currículo escolar. Sem isso, os efeitos serão modestos ou nulos", pondera José Armando Valente, do Núcleo de Informática Aplicada à Educação da Unicamp. 
Para executar tarefa de tamanha complexidade, antes de tudo é necessário que as escolas disponham de uma equipe de professores bem treinados, artigo raríssimo num país que acumula tantas deficiências nesse setor. Por completa inexperiência, muitos deixam os computadores acumulando pó e, quando fazem uso deles em sala de aula, é para dar burocráticas lições de informática. Há, portanto, um gigantesco caminho a percorrer - e isso deve ser feito logo. 


Priscilla

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Aula: 12/09/2011 - Saia do quadrado!

   Os seminários de hoje foi sobre os temas: AVA em grupos e aprendizagem colaborativa; e AVA baseados na representação visual. 
   Notamos a diferença entre a aprendizagem cooperativa e colaborativa. Na primeira o trabalho é dividido e cada parte fica responsável por seu conteúdo, já na segunda o trabalho é dividido porém compartilhado o conteúdo por inteiro. 
   Exemplificando, a aprendizagem tradicional: é feita em sala de aula, o professor é autoridade, é reativa-passiva, centrada no professor, e com ênfase no produto. O contrário da aprendizagem colaborativa: que é feita em um ambiente de aprendizagem, onde o professor é orientador, é proativa-investigativa, centrada no aluno, e com ênfase no processo. 
    O papel do professor é: organizativo, social, intelectual e técnico. 
   Como em todas as aulas, não poderia faltar o toque do nosso orientador, que fez uma dinâmica com representação visual para a turma e nos trouxe uma reflexão: "Eu preciso sair do quadrado".
   O mundo de hoje, embora pareça individualista, só vence aquele que sabe compartilhar, principalmente o conhecimento que é um presente que nunca se estraga e que o tempo não envelhece se assim não o permitirmos. 
   Fica então a reflexão, não limite sua visão, saia do quadrado que o limita!

Aula: 05/09/2011 - Proposta Online

   Devido a greve, o Professor Fernando, nos dirigiu para uma conversa sobre o assunto no blog da disciplina e no twitter.
   No entanto, a turma não foi efetiva, acarretando na aula seguinte, logo no retorno da greve, um puxão de orelha, afinal, como disse nosso professor a aula de TIC é na segunda-feira, mas a matéria não é estática, não pára, não se resume a um dia na semana, as TIC devem ser vivenciadas não apenas pelos alunos, mas pelos futuros professores que somos.
   Assim, nosso mediador do conhecimento nos trouxe uma reflexão: "Que profissional eu quero ser?", "Qual importância que eu estou dando a esta disciplina que se faz tão necessária atualmente?".
   Obrigada, Professor Fernando, por não nos fazer apenas ouvintes, mas tentar forjar em nós 'os praticantes do conhecimento'. Mais uma vez, Valeu!

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Embora pareçam novidades!



 Muitas das TIC podem parecer novas para alguns. Mas, olha só:

  • VIDEO GAME - 1947
  • EMAIL - 1968
  • COMPUTADORES PESSOAIS - 1975
  • TELEFONE CELULAR - 1978
  • WORLD WIDE WEB - 1990
  • BROWSERS - (MOSAIC - 1993, NETSCAPE - 1995)
  • COMUNICAÇÃO INSTANTÂNEA - ICQ - 1996
  • BLOGS - 1997
  • IPOD - 2002
  • FACEBOOK - 2004
  • PODCASTS - 2004
  • YOUTUBE - 2005
  • TWITTER - 2006

TIC na Educação do Brasil



     Os educadores do Brasil têm usado as TICs - Tecnologia da Informação e Comunicação em sala de aula. Através da mesma observa-se que dinamiza, motiva e conduz o aluno a descobertas dependo do uso e quais são os parâmetros que quer alcançar. As aulas tradicionalistas muito pouco se apropriam dos recursos que as TIC propiciam como elemento renovador das mídias no processo ensino-aprendizagem. Não é a salvação da Educação Brasileira, contudo tem contribuído para uma melhor socialização do direito de estudar e aprender com mais atratividade e interação.
    Pode-se usar o Word do Windows, para o desenvolvimento de textos como: poesias, contos, crônicas, jornais escolares, criação de cordéis, até mesmo para fazer uma história em quadrinhos a partir de um texto pré-trabalhado em sala de aula com co-participação do Paint e outros trabalhos que dependem da criatividade do Professor. O Word ainda pode nos auxiliar na criação de Blogs, Páginas sobre a disciplina lecionada para Web –ou mesmo hospedar no site da Escola - e fazer links com comunidades que eles – os alunos - usam diariamente como Orkut e outras.